TAG TOP 7 – sete maneiras de encontrar Deus

Sexta-feira, 19 de agosto de 2016.

Essa semana entrei em meu e-mail e vi que fui tagueada pela Bia Perez, do blog O Terceiro Ato.

Obrigada Bia pela tag. Gostei bastante dela e confesso que não conhecia. Bem, olhando o post que a Bia fez eu vi que tenho que falar sobre sete coisas que gosto muito. Então, como cristã e apaixonada por meu Pai resolvi escrever sobre sete maneiras maravilhosas (top) de encontrar Deus. De entrar na presença do nosso Criador.

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Acredito que quem me acompanha por aqui já deve ter percebido a minha fé, por isso, ontem pensando sobre o que falaria na tag esse tema surgiu em meu coração. E eu acredito fielmente que é a voz de Deus me dizendo para escrever sobre isso. Ah… quem me segui no Insta Camporeja também pode notar que minhas fotos sempre contêm legendas com passagens da Sagrada Escritura. Hehe, pois bem, sem delongas vou escrever sobre as setes maneiras de ficar mais pertinho de Deus e Jesus.

♥♥♥

1 Oração

A primeira e mais importante forma de estar e manter uma intimidade com Deus é orando. Todos os dias. E pessoal, a oração, ou melhor, a conversa que nosso Pai nos pede é a mais simples possível. Entre em seu quarto ou no seu lugar favorito e converse com Ele. Chame por Ele. Entre em sua presença. Aos poucos isso se torna um hábito sadio em sua vida. Digo por experiência própria. Deus quer ouvir a sua voz. E a todo momento Ele nos espera.

2 Leitura da Sagrada Escritura

Sim, a Bíblia. É ali que nós encontramos os passos para seguir e  meditar. Foi com a leitura das Escrituras que encontrei meu caminho e hoje vivo assim, feliz ahahahahahahaha. Não que não tenham desafios e tropeços na vida, mas é nas Palavras de Deus que encontro suporte e resposta para caminhar.

3 Testemunhos

Algo que gosto de fazer é ouvir testemunhos. Conversar com outras pessoas. Ver como elas tiveram a experiência com Deus. Saber que pra elas também não é fácil. Que nossa vida aqui na Terra é uma vida de testes, mas que no fim tudo será bom se você for bom. Ah… aproveitando, quem quiser pode me contar o seu testemunho. Vou adorar ler! ♥

4 Música

Deus fala com a gente através de músicas. Então ela é sim uma foram top de chegar perto de Deus. E não digo apenas as músicas cristãs. Não, Deus não se limita em falar com a gente só por algo que diz a Seu respeito . Isso que me deixa mais alegre em Deus é ver que Ele vem e nos fala por meio de música, pessoas, textos e até sonhos. Lindo Pai! ♥

5 Procure por Ele

Vá atrás. Quando queremos algo temos que dar um passo por vez, não é?! Pois bem, com Deus também.Nós temos acesso livre a Ele. E sabe por quê? Porque Jesus veio para isso. Está nas Escrituras. Efésios 2.18 “Porque por ele ambos temos acesso ao Pai em um mesmo Espírito”. Vá com coração puro falar com Ele. Arrependido e com respeito. Sente-se e abra seu coração. Isso você pode fazer em sua casa, ou na sua igreja. Se não pertencem a uma comunidade procure por alguma também. O contato com outras pessoas é bom. Como citei acima o testemunho enriquece a nossa fé. Por exemplo, eu não tenho uma religião. Religião, como seu próprio nome diz, é pra religar algo. E eu nunca me desliguei de meu Pai. Fora os conflitos que essa separação religiosa causa. Brigas, por exemplo. Eu acredito em Deus e Jesus e sigo ELES. SOU CRISTÃ ♥.  E isso me basta. Porém, mesmo assim, visito algumas igrejas para conversar com as pessoas e trocar experiências às vezes. Tenta aí e me diz depois 😉

6 Um coração em paz

Meu Deus como é top (referência a tag hehe) estar em paz consigo mesmo. Todo dia ouço a Palavra de Deus através de um aplicativo. E isso me dá muita paz. Ouvir as Palavras de Deus me tocam de uma forma que quero sair por aí praticando o que Ele me pediu. Ou seja o bem, o amor, o respeito, a compaixão, a bondade… O Senhor sabe de tudo mesmo! 🙂 ♥ Por isso, tenho certeza que quem pratica isso não tem como ficar mais em paz e na presença de Deus. Ele ama todos nós, imagina a alegria Dele em ver nós trabalhando nesses pedidos?

7 Devocionais

Leia e leia muito sobre nosso Pai. Isso é uma das coisas que mais gosto de fazer. Além de rezar pra Deus ♥ Por meio das leituras, normalmente de livros e até alguns blogs de teologia onde posso conhecer mais de Deus e Jesus. Se bem, que a Sagrada Escritura é a porta principal, contudo, ali nas Escrituras alguns momentos podem te gerar dúvidas ou vontade de se aprofundar mais, então, nada melhor que ver ou ler devocionais. O Youtube está cheio. Peça a Deus para te mostrar alguém sábio para te tirar as dúvidas.

Abaixo, vou deixar alguns links bem legais. Bia adorei a tag e obrigada pela oportunidade de responder. ♥ E eu quero que se sintam a vontade para responder a tag. Quem é leitor do Camporeja pode responder a tag 🙂

Aplicativo para ouvir a Palavra de Deus. 

Sobre Deus. Entrevista com um professor, arqueólogo e teólogo.

Eu tenho esse livro e me faz bem. 

Deus nos abençoe e até próxima.

 

Salpicando amor

Quarta-feira, 11 de agosto de 2016.

No post de hoje quero deixar um pouquinho de amor em nossa vida, e também gratidão. É tão bom dizer obrigada, no final do dia. Pensei nessa importância hoje, e por isso, deixo aqui o meu obrigada. Obrigada Deus!

Deixo aqui também algumas frases que me fizeram refletir nessa semana. Algumas fotografias de minha autoria que fiz na semana passada, enquanto fotografava um ensaio de uma menininha muitoo lindaa. ♥

Espero que essas palavras falem no coração de vocês. Fiquem com Deus!

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🌾 ✨♡ “Acaso não sabem […] que vocês não são de si mesmos? […] Portanto, glorifiquem a Deus com o seu próprio corpo”. (1Co 6.19-20)
💐🙏💛

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“Derrame o seu coração como água na presença do SENHOR. Levante para ele as mãos em favor da vida de seus filhos”. (Lamentações 2.19)
🌸🌳✨

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✨🌻 “Os céus declaram a glória de Deus; o firmamento proclama a obra das suas mãos” (Salmos 19.1). ✨🌿

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“Deus habita a pequena semente e dá poder à pequena ação”. 💐♡ 😌💕🌿🍀

Um abraço e té breve.

 

Sem ética o mundo não anda

Terça-feira, 26 de julho de 2016.

No post de hoje quero falar de uma entrevista que li do Dalai Lama. Confesso que não tinha lido nada sobre ele, e que, depois dessa entrevista vou acompanhar mais as sábias palavras deste homem. A entrevista que li em forma de livro foi concedida para o jornalista alemão Franz Alt, em 2015. E se chama  O Apelo de Dalai Lama ao Mundo: A Ética é mais importante que a Religião.

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Foto da capa do ebook

O livro me chamou a atenção por ter a ver com jornalismo – por causa da entrevista, e confesso que o tema ética e religião chamou minha atenção para baixar ele e lê-lo no Kindle. A entrevista foi transformada em livro, como cita Dalai Lama, para chegar em mais pessoas. O livro com o conteúdo tem 37 páginas, para um livro o número de páginas é pequeno, mas levando em consideração que é uma entrevista transcrita ali, é grande. Uma entrevista com 37 páginas tem muito que falar – convenhamos. Uma verdadeira aula de ética.

No prefácio, o jornalista Franz Alt conta que já encontrou e conversou com Dalai Lama mais de 30 vezes e que já o entrevistou mais de 15 vezes. Ou seja ele conhece muito bem o seu entrevistado.

Uma das partes da entrevista que mais me chamou atenção foi quando Dalai Lama disse isso: “A ética é mais importante que a religião. Quando nascemos não pertencemos a uma religião específica. Mas a ética é inata em nós”. Ou seja, a cultura nossa nos empoe uma religião, seja qual for, agora a ética nasce em nós. Nosso caráter é formado a partir dos valores que carregamos. Um apaixonado pelos valores internos, Dalai Lama salienta na conversa a importância dos valores internos, o que ele considera parte fundamental da ética de nós seres humanos. Ética com plena consciência de nossos atos e como eles podem transformar o mundo em nossa volta.

“Evitar o sofrimento humano”, “todos devemos ser felizes” são alguns dos pontos em destaque no livro. Todavia, como evitar esse sofrimento? Segundo o próprio Dalai Lama é exercer a bondade e a compaixão – dois valores chaves da ética secular, que Dalai diz ser a nova forma de transformar este século em uma época de paz.

Todos somos iguais. Sim, somos. Todos buscamos a mesma coisa no final. A felicidade. Por isso, na entrevista Dalai expõe que devemos nos unir em busca deste bem. Que como habitamos o mesmo planeta, ou seja, a mesma casa devemos nos tratar como irmão e não como nada, ou pior, inimigos. Ele até trata essa busca como uma evolução que nós precisamos urgentemente para salvar nossa raça e nosso planeta.

E a religião que está tão inserida em nossa vida está prejudicando algumas pessoas. Dalai Lama em nenhum momento crítica religiões, pelo contrário, as respeita muito. Mas ele diz que algumas pessoas em nome da religião estão justificando crimes e atrocidades. Que é o que vemos na Síria, Israel, Iraque… enfim, as guerras civis que estamos presenciando neste século. Este horror que está destruindo tantas vidas e que não podemos achar normal ou esquecer depois que lemos o fato. Ele alerta para a importância da consciência para se viver uma boa e saudável religião. Pois os fanatismo religiosos misturados com o nacionalismo exacerbado gera o que estamos vendo nos noticiários – apenas dor, e pior, em muitas crianças.

Me pergunto onde está a bondade, o carinho e a sensibilidade de pessoas assim? Por isso, o cuidado que devemos ter conosco é essencial. E isso Dalai também relata na entrevista. Devemos nos cuidar, principalmente, de nossa mente. Para vivermos bem, e consequentemente, fazermos o bem ao próximo. Porque precisamos um dos outros para sobrevivermos. Eu preciso de você e você de mim. A vida é um circulo. Ela vai e volta. Começarmos agir com compaixão, bondade e respeito pelas pessoas que estão em nosso alcance, claro já é cuidar do planeta, pois eu acredito que sentimentos e atitudes boas vão se espalhando.

Temos que ter como base a vida social humana bem desenvolvida. Enraizar isso em nossa cultura. Mas como começar? Dalai Lama cita a educação, claro a famosa educação. Sem ela não somos nada. Educação é tão vital quanto a água. Temos que ensinar e espalhar, e mais ainda agora, com a internet que “a humanidade é uma só família”.

Ter paciência para perceber que cada um tem uma história e que deve ser respeitada. Ouvir mais, pensar e pensar antes de falar e agir na raiva é uma mudança primordial. E um bem, pode apostar para cada um que exercer isso. Raiva e ódio matam aos poucos. Pra que nutrir venenos desses em nós? Dalai Lama tem um discurso muito bonito em relação aos sentimentos humanos. Ele que diz que não devemos nutrir o lado negativo das diferenças em nós, mas sim, o lado positivo. Pois como fala na entrevista nascemos e vamos morrer da mesma forma. Todos teremos um mesmo final. Então por que tratar com diferença quem é de outro país, outra raça e assim por diante?

Por fim, um mundo sem distinções e uma tarefa para cada um de nós – exercitar a paz interior, o diálogo antes da ofensa, a eliminação do preconceito. Pois, vai me dizer que você não quer ser feliz com quem ama? Eu quero. Então vamos nos respeitar.

Abaixo vou deixar o link para quem quiser baixar o livro. Se caso não tiver Kindle, dá para baixar o aplicativo do Kindle para celular. E ler a vontade, pois o livro é de graça.

Ebook aqui!

Aplicativo aqui!

#paz

 

Como fui apresentada a García Márquez

Terça-feira, 26 de abril de 2016.

Sempre ouvia falar do Gabriel García Márquez, mas não sei o motivo nunca fui procurar sobre ele. Normalmente quando vejo muitas pessoas falando de determinado autor eu vou em busca de algum texto. Mas com o García Márquez não foi assim.

Bom como gosto de ler. Aprecio muito a literatura. Então, estava procurando na internet algo em espanhol para ler, pois eu estou testando o meu espanhol. E nada melhor como testar um idioma conversando, e por que não, lendo. Então, em uma tarde de frio e  chuva, ao mesmo tempo, sentei na frente de computador e procurei. Adivinhem! Qual foi o primeiro autor que apareceu no Google em espanhol? Sim, García Márquez. Bem, não pensei duas vezes e  fui ler sobre o autor, escritor e jornalista. Quando vi que ele também era jornalista fiquei muito curiosa. Faço jornalismo para quem não sabe.

Já vi algumas obras consagradas do escritor, porém, como é para começar a ler em espanhol, e também, conhecer o Gabo (apelido de Gabriel José García Márquez) escolhi algo mais curto, de primeira. Todavia, seus clássicos já entraram em minha lista de leituras. De toda sua obra quero começar pelas clássicas. Cem Anos de Solidão e O Amor em Tempos de Cólera. Além disso, quero uma biografia dele. Para aprofundar, e se possível, em espanhol (hehe).

Procurei e procurei e encontrei um conto curto do Gabo para testar meu espanhol e conhecê-lo. O conto é Ladrón de Sábado ou, em português, Ladrão de Sábado. Que conto maravilhoso. Sabe quando termina e você não percebe porque queria mais? Então, essa foi minha experiência com esse conto. E li ele em espanhol. Aprendi novas palavrinhas, muito valido.

Abaixo, vou colocar na íntegra o conto em espanhol. Espero que leiam e gostem. A língua espanhola é a minha preferida, depois de português, claro! 🙂

Hugo, un ladrón que sólo roba los fines de semana, entra en una casa un sábado por la noche. Ana, la dueña, una treintañera guapa e insomne empedernida, lo descubre in fraganti. Amenazada con la pistola, la mujer le entrega todas las joyas y cosas de valor, y le pide que no se acerque a Pauli, su niña de tres años. Sin embargo, la niña lo ve, y él la conquista con algunos trucos de magia. Hugo piensa: «¿Por qué irse tan pronto, si se está tan bien aquí?» Podría quedarse todo el fin de semana y gozar plenamente la situación, pues el marido -lo sabe porque los ha espiado- no regresa de su viaje de negocios hasta el domingo en la noche. El ladrón no lo piensa mucho: se pone los pantalones del señor de la casa y le pide a Ana que cocine para él, que saque el vino de la cava y que ponga algo de música para cenar, porque sin música no puede vivir.A Ana, preocupada por Pauli, mientras prepara la cena se le ocurre algo para sacar al tipo de su casa. Pero no puede hacer gran cosa porque Hugo cortó los cables del teléfono, la casa está muy alejada, es de noche y nadie va a llegar. Ana decide poner una pastilla para dormir en la copa de Hugo. Durante la cena, el ladrón, que entre semana es velador de un banco, descubre que Ana es la conductora de su programa favorito de radio, el programa de música popular que oye todas las noches, sin falta. Hugo es su gran admirador y. mientras escuchan al gran Benny cantando Cómo fue en un casete, hablan sobre música y músicos. Ana se arrepiente de dormirlo pues Hugo se comporta tranquilamente y no tiene intenciones de lastimarla ni violentarla, pero ya es tarde porque el somnífero ya está en la copa y el ladrón la bebe toda muy contento. Sin embargo, ha habido una equivocación, y quien ha tomado la copa con la pastilla es ella. Ana se queda dormida en un dos por tres.A la mañana siguiente Ana despierta completamente vestida y muy bien tapada con una cobija, en su recámara. En el jardín, Hugo y Pauli juegan, ya que han terminado de hacer el desayuno. Ana se sorprende de lo bien que se llevan. Además, le encanta cómo cocina ese ladrón que, a fin de cuentas, es bastante atractivo. Ana empieza a sentir una extraña felicidad.En esos momentos una amiga pasa para invitarla a comer. Hugo se pone nervioso pero Ana inventa que la niña está enferma y la despide de inmediato. Así los tres se quedan juntitos en casa a disfrutar del domingo. Hugo repara las ventanas y el teléfono que descompuso la noche anterior, mientras silba. Ana se entera de que él baila muy bien el danzón, baile que a ella le encanta pero que nunca puede practicar con nadie. Él le propone que bailen una pieza y se acoplan de tal manera que bailan hasta ya entrada la tarde. Pauli los observa, aplaude y, finalmente se queda dormida. Rendidos, terminan tirados en un sillón de la sala.Para entonces ya se les fue el santo al cielo, pues es hora de que el marido regrese. Aunque Ana se resiste, Hugo le devuelve casi todo lo que había robado, le da algunos consejos para que no se metan en su casa los ladrones, y se despide de las dos mujeres con no poca tristeza. Ana lo mira alejarse. Hugo está por desaparecer y ella lo llama a voces. Cuando regresa le dice, mirándole muy fijo a los ojos, que el próximo fin de semana su esposo va a volver a salir de viaje. El ladrón de sábado se va feliz, bailando por las calles del barrio, mientras anochece. 

 

 

 

Fernando Sabino, um escritor mineiro

Sexta-feira, 08 de abril de 2016.

Hoje, no Camporeja, quero compartilhar com vocês um pouco sobre um dos meus escritores favoritos, Fernando Sabino.

Sabino tem desde livos com romances publicados até contos. O primeiro conto dele que tive oportunidade de ler foi O Homem nu, de 1960. O Homem nu virou um livro onde tem vários contos copilados. Este conto trata da vida de um homem, um drama que ele passa na verdade, devendo uma prestação de uma televisão. E por esse motivo ele tem a ideia dele e de sua esposa mentirem que não tem ninguém em casa. Para assim, quando o cobrador não o encontrá-lo.

Porém, ele não fazia isso por ser um vigarista, mas sim porque no dia não tinha esse dinheiro em mãos, então, achava melhor mentir não estar em casa. Com a ideia de ir tomar banho tirou sua roupa, contudo sua mulher entrou primeiro no banho. E ele teve que esperar. Por isso, foi preparar o café da manhã, colocou a água para esquentar e foi pegar o pão que o padeiro deixa todas as manhãs em sua porta. Todavia, ele não contava com uma corrente de ar que veio e fechou a porta de seu apartamento. E ficou no meio do corredor pelado. Cada passo era um medo diferente. Tentava se esconder, colocar a mão na frente de sua nudez…

No desenrolar da história, que só lendo o conto para entender, o homem nu  é visto por sua vizinha que grita muito ao vê-lo despido. A senhora achou que era o padeiro pelado. Com os gritos da senhora e de tanto ele bater na porta, Maria – sua esposa – abre , finalmente, a porta. Em disparada entra em casa. O homem nu se vestiu e sentou-se para se acalmar. Nem banhou tomou. Tempinho depois, batem na porta e ele levanta ver, pois acredita ser a polícia, mas não é a polícia, e sim o cobrador.

hehe esse conto é uma reflexão. Não adianta fugir dos problemas. Mais ou cedo ou mais tarde vai ter que enfrentar. Eu também interpreto esse conto, na hora que o homem fica nu, como o momento em que ele é ele. Está nu, limpo de qualquer esteriótipo. E também como sua verdade. Ali ele foi posto em uma situação de verdade. É muito interessante esse conto.O bem da verdade é que sou suspeita para falar de Sabino. Admiro muito sua forma de escrita e também seus temas.

Como disse no título, Sabino é de Minas Gerais. Aprendeu sozinho com a sua mãe as letras. Estudou gramática, direito e jornalismo – para minha felicidade. Muito contente por ter ele como colega de profissão hehe. Além do amor pela literatura.

Por hoje é isso, mas ao longo da semana quero falar mais sobre Sabino e compartilhar mais de seus escritos. 🙂 Abaixo deixo o conto na íntegra. Boa leitura.

O Homem nu – 1960

Ao acordar, disse para a mulher:

— Escuta, minha filha: hoje é dia de pagar a prestação da televisão, vem aí o sujeito com a conta, na certa. Mas acontece que ontem eu não trouxe dinheiro da cidade, estou a nenhum.

— Explique isso ao homem — ponderou a mulher.

— Não gosto dessas coisas. Dá um ar de vigarice, gosto de cumprir rigorosamente as minhas obrigações. Escuta: quando ele vier a gente fica quieto aqui dentro, não faz barulho, para ele pensar que não tem ninguém. Deixa ele bater até cansar — amanhã eu pago.

Pouco depois, tendo despido o pijama, dirigiu-se ao banheiro para tomar um banho, mas a mulher já se trancara lá dentro. Enquanto esperava, resolveu fazer um café. Pôs a água a ferver e abriu a porta de serviço para apanhar o pão. Como estivesse completamente nu, olhou com cautela para um lado e para outro antes de arriscar-se a dar dois passos até o embrulhinho deixado pelo padeiro sobre o mármore do parapeito. Ainda era muito cedo, não poderia aparecer ninguém. Mal seus dedos, porém, tocavam o pão, a porta atrás de si fechou-se com estrondo, impulsionada pelo vento.

Aterrorizado, precipitou-se até a campainha e, depois de tocá-la, ficou à espera, olhando ansiosamente ao redor. Ouviu lá dentro o ruído da água do chuveiro interromper-se de súbito, mas ninguém veio abrir. Na certa a mulher pensava que já era o sujeito da televisão. Bateu com o nó dos dedos:

— Maria! Abre aí, Maria. Sou eu — chamou, em voz baixa.

Quanto mais batia, mais silêncio fazia lá dentro.

Enquanto isso, ouvia lá embaixo a porta do elevador fechar-se, viu o ponteiro subir lentamente os andares… Desta vez, era o homem da televisão!

Não era. Refugiado no lanço da escada entre os andares, esperou que o elevador passasse, e voltou para a porta de seu apartamento, sempre a segurar nas mãos nervosas o embrulho de pão:

— Maria, por favor! Sou eu!

Desta vez não teve tempo de insistir: ouviu passos na escada, lentos, regulares, vindos lá de baixo… Tomado de pânico, olhou ao redor, fazendo uma pirueta, e assim despido, embrulho na mão, parecia executar um ballet grotesco e mal ensaiado. Os passos na escada se aproximavam, e ele sem onde se esconder. Correu para o elevador, apertou o botão. Foi o tempo de abrir a porta e entrar, e a empregada passava, vagarosa, encetando a subida de mais um lanço de escada. Ele respirou aliviado, enxugando o suor da testa com o embrulho do pão.

Mas eis que a porta interna do elevador se fecha e ele começa a descer.

— Ah, isso é que não! — fez o homem nu, sobressaltado.

E agora? Alguém lá embaixo abriria a porta do elevador e daria com ele ali, em pêlo, podia mesmo ser algum vizinho conhecido… Percebeu, desorientado, que estava sendo levado cada vez para mais longe de seu apartamento, começava a viver um verdadeiro pesadelo de Kafka, instaurava-se naquele momento o mais autêntico e desvairado Regime do Terror!

— Isso é que não — repetiu, furioso.

Agarrou-se à porta do elevador e abriu-a com força entre os andares, obrigando-o a parar. Respirou fundo, fechando os olhos, para ter a momentânea ilusão de que sonhava. Depois experimentou apertar o botão do seu andar. Lá embaixo continuavam a chamar o elevador. Antes de mais nada: “Emergência: parar”. Muito bem. E agora? Iria subir ou descer? Com cautela desligou a parada de emergência, largou a porta, enquanto insistia em fazer o elevador subir. O elevador subiu.

— Maria! Abre esta porta! — gritava, desta vez esmurrando a porta, já sem nenhuma cautela. Ouviu que outra porta se abria atrás de si.

Voltou-se, acuado, apoiando o traseiro no batente e tentando inutilmente cobrir-se com o embrulho de pão. Era a velha do apartamento vizinho:

— Bom dia, minha senhora — disse ele, confuso. — Imagine que eu…

A velha, estarrecida, atirou os braços para cima, soltou um grito:

— Valha-me Deus! O padeiro está nu!

E correu ao telefone para chamar a radiopatrulha:

— Tem um homem pelado aqui na porta!

Outros vizinhos, ouvindo a gritaria, vieram ver o que se passava:

— É um tarado!

— Olha, que horror!

— Não olha não! Já pra dentro, minha filha!

Maria, a esposa do infeliz, abriu finalmente a porta para ver o que era. Ele entrou como um foguete e vestiu-se precipitadamente, sem nem se lembrar do banho. Poucos minutos depois, restabelecida a calma lá fora, bateram na porta.

— Deve ser a polícia — disse ele, ainda ofegante, indo abrir.

Não era: era o cobrador da televisão.

Tudo dá certo com Deus

Terça-feira, 09 de fevereiro de 2016

Quero compartilhar uma bela mensagem do Pe. Vagner Baia.

 

“Tudo vai dar certo…

Os bons dias lhe dão felicidade.

Os dias difíceis lhe dão experiência. Ambos são essenciais para vida.

A felicidade te faz doce, os problemas te mantém forte, a dor te mantém humano, as quedas te mantém humilde, o êxito te mantém brilhante.

Mas só Deus te mantém de pé.

Só porque você está sofrendo não quer dizer que Deus te esqueceu, que vai dar tudo errado, que ninguém te ama e que está só.

Aquele que criou o mundo está ao seu lado e nunca te deixou.
Creia somente. Confie, persevere, siga em frente, não desista…
Entenda que enquanto Deus está em silêncio, Ele também esta trabalhando, para que na hora certa te dê o necessário”.

Imagens: Tumblr

Compartilhando: QUANDO HOMENS E MULHERES TROCAM VERDADES SECRETAS

Texto retirado do blog <3: Cris Guerra

PERGUNTA DE HOMEM

Certa vez, um homem desiludido com suas relações amorosas me escreveu afirmando que possuía muitos medos para se entregar a uma nova relação. Confessou, de forma transparente, que seus receios não são tolos porque há dores do seu passado que teimam em “alertá-lo” comprometendo a magia de um novo match. Ele me disse que não tem muito a oferecer, mas o que tem é grande e valioso, delicado e voluntarioso: seu coração (achei poético). Demonstrou no seu texto que quer ser feliz “pra saber como é”(palavras dele). Demonstrou uma enorme falta de fé nas mulheres que, ao longo de suas vidas, o cobraram de forma dura e ditatorial. Ele quer voltar a amar sem medo, ele quer viver felicidade, quer sentir novamente o prazer de se entregar, agora a uma mulher que ele considera merecedora, mas como fazer? Por fim, depois de um grande desabado terminou seu texto com a pergunta “Isso é possível?”

 

RESPOSTA DE MULHER

Começo respondendo sua pergunta final “Isso é possível?” Com a mesma transparência do seu relato emocionante.

Veja bem…

Felicidade absoluta não existe. (ponto) O que vivenciamos são  “momentos de felicidades” e alegria que reunidos formam um conjunto de memórias. Essas revelam e guardam prazer, bem-estar, amor…Guimarães Rosa dizia que “felicidade são horinhas de descuido”

Eu gosto da palavra descuido e o que essa frase representa.

Eu, ao contrário de você, nunca sonhei com príncipes, a história dos meus pais nunca deixou que eu fantasiasse muito. Havia muitos altos e baixos para eu acreditar nesta relação “ideal”. Na verdade, ao longo da minha vida amorosa eu só queria alguém para confiar e me quisesse só pra ele (como se isso fosse pouca coisa). Alguém que me aceitasse do jeito que eu sou na minha essência, porque entendo que há necessidade de se fazer concessões e entender o outro, acho que esse é o meu maior dom. No entanto, também quero viver a vida e o cotidiano sem obrigações estúpidas e medos.

Todos nós fantasiamos,  e justamente por isso nos frustramos muito. Este “eu só queria” é a maior armadilha que a gente se dá de presente de grego sem perceber.

As dores que estas mulheres te causaram não tem nada a ver com esse novo amor que apareceu em sua vida. É justo que ela pague por isso? Eu sei que todos pensarão a mesma coisa: Não. Mas

Eu não sou diferente de você, há muito receio também, todos possuem uma história e nós somos frutos desta biografia que fomos construindo. Eu gosto do resultado final. Mas há problemas como todo projeto vivo e orgânico, precisamos de reparos de vez em quando. Precisamos de revisões e reflexões.

No meu caso, nas relações amorosas, eu procuro agir com integridade que me foi ensinada, primeiro pelos meus pais, depois pela fé que eu busco seguir. Eu quero um homem pra me ouvir tagarelar e dizer que vai ficar tudo bem. Sem me julgar ou criticar, mesmo quando eu der a entender que estou cheia de “verdades”. Será que elas existem? Duvido. É só aparência, acredite. Até mesmo porque verdade cada um tem a sua, é o que dizem. Há momentos que é hora da gente recuar, guardar a “nossa” verdade porque nosso amor está precisando que a “verdade” dele reine. E eu sou assim. Eu deixo reinar. Porque eu não procuro um príncipe, eu procuro um rei.

Príncipes e princesas são fracos, se você reparar são personagens secundários que os contos de fadas colocam em primeiro plano. Príncipes e princesas não tem voto de decisão, não governam, não decidem sobre o rumo das suas vidas, a não ser que se matem ou fujam (Romeu e Julieta, por exemplo). Eu não quero fugir. E não vou.

Eu quero sim viver um novo amor porque tenho coragem, estofo e segurança suficiente para meu posto, ficar ao lado de um rei, com um coração de rei: altivo, grandioso e benevolente.

Também não gosto de padrões, procuro não vivenciá-los com a carga que todos tentam me impor, busco alguém com a maturidade de pegar na minha mão e viver o agora, sem medo. Porque não sou dessas que possui máscaras, eu tenho a palavra “verdade” tatuada na minha perna para me lembrar desse preceito full time, é minha marca, é minha essência, minha integridade.

Eu quero um rei real, com fraquezas, que chore, que se emocione. E estarei sentada ao lado de seu trono para secá-las, assim como no recando do quarto ouvindo, sofrendo e rindo junto porque acredito neste papel. Eu quero ser mais que uma rainha pública, eu quero ser , e pretendo ser uma rainha que entrega o seu melhor para aquele homem que ela escolheu, soube enxergar o presente que ela é e a aceitou de braços abertos. E que braços grandes deve ter esse rei, com um tórax enorme para guardar um coração que não lhe cabe, por isso tantos amigos que o amam, tanta gente querida por perto e muitos súditos. Um bom rei sabe  fazer súditos.

Eu quero ser feliz com alguém assim como você quer. Procure não julgar, nem criar ou causar dor, e quando esse receio ou medo vier busque na sua memória o que te fez sentir essa alegria de estar junto e te tirou da zona de conforto de antes, o que te fez amar aquela que agora está ao seu lado talvez a espera de um sinal. O pulso ainda pulsa, diriam os Titãs.

Nossa experiência de vida é suficiente pra gente ter uma noção do que esperar. E se eu pudesse te dar um conselho objetivo diria a você:  Viva a hoje.

E aí eu te faço um desafio: Vai, pega na mão dela e vá viver horinhas de descuido. Ela certamente  terá força pra te erguer na hora que você mais precisar, mas é preciso que você queira, de verdade, pular de bungee jump com ela. Pulem juntos. Ao mesmo tempo. Num susto só. Agora! Vai! Uhuuuuuu.

Eu e você só  conseguiremos vencer nossos medos se você (e eu) redistribuirmos um pouco da nossa força e a gente enfrentar tudo, até os temerosos passados de forma conjunta e articulada. Eu não sei você, mas não sou de desistir fácil.

Talvez ela também não desista fácil, você parece ser muita coisa para se abrir mão em tempos atuais. Espero que a resposta te ajude a ter mais clareza. Pare, pense e se faça uma pergunta:

Você quer mesmo ser feliz com ela?

E respondendo a sua pergunta inicial: É possível sim. Acredita. Vocês podem fazer acontecer. Feche os olhos e pula! O elástico é seguro.

Compartilhando: Os dez mandamentos do Celular

Dez dicas de boas maneiras no uso do celular

Autor: Pe. João Carlos Almeida, scj

Twitter: @padrejoazinho

Definitivamente ele veio para ficar. Há mais celulares que pessoas no Brasil. E já não é apenas um aparelho para falar. Fazemos quase tudo no smartphone: compras e pagamentos, recados e relacionamentos, preces e debates. O celular virou rádio e TV, caixa eletrônico, máquina fotográfica, relógio, central de e-mails. Já substitui com eficiência o noteboock. Esta multifuncionalidade exige um novo código de boas maneiras no uso deste companheiro inseparável. Ainda estamos meio deslumbrados por este admirável mundo novo. É comum ver quatro pessoas em uma mesma mesa teclando com os olhos fixos na telinha e sem prestar atenção aos que estão ao seu lado. Os distantes ficaram próximo, mas em muitos casos os próximos ficaram distantes. Procurei selecionar aqui dez dicas para utilizarmos bem este milagre da tecnologia:

1. Evite teclar quando está em um ambiente relacional: mesa, aula, teatro, cinema, palestra, missa, família, namoro etc.

2. Em geral deixe seu celular no silencioso, inclusive os alertas de mensagens e aplicativos.

3. NUNCA utilize o celular para falar ou teclar quando estiver ao volante ou fazendo tarefas que exigem atenção.

4. Antes de ligar para alguém mande uma mensagem para saber em que momento ele(a) pode conversar.

5. Caso precise mesmo ligar comece se identificando e depois pergunte: pode falar?

6. Evite falar alto ao celular quando estiver em público.

7. Quanto estiver com outras pessoas escute música e mensagens sempre com fone de ouvido.

8. Antes de tirar uma foto peça permissão. Via de regra não se filma ou fotografa situações íntimas ou refeições. Peça licença para compartilhar em redes sociais.

9. Se tiver que atender o celular enquanto está com outras pessoas peça desculpas, peça licença e atenda brevemente a uma distância mínima de três metros das pessoas.

10. Use o celular com moderação e saiba a hora de ficar offline.

De fotógrafo para fotógrafo

Quando li esta carta quis compartilhar. Porque o conhecimento só faz bem quando é repassado. O fotógrafo chileno Sergio Larrain escreveu uma carta a seu sobrinho. E nessa carta tem conselhos e dicas de quem vive a profissão e amor chamado fotografia. O menino, Sebastián Donoso estava se apaixonando por essa arte infinita de você registrar o seu olhar.

Abaixo vou copiá-la…

“Quarta-feira. Em primeiro lugar você tem que ter uma câmera que você gosta, a sua preferida, porque é sobre se sentir confortável com o que você tem em suas mãos: o equipamento é fundamental para qualquer profissão, e que seja o mínimo, o estritamente necessário e  nada mais. Em segundo lugar, ter um ampliador a sua escolha, o melhor e mais simples possível ( em 35 mm. o menor fabricado pela LEITZ é o melhor e vai durar toda a sua vida).

O jogo é partir para aventura, como um marinheiro: soltar as velas. Ir para Valparaiso ou Chiloé, estar na rua durante todo o dia, passear e passear em lugares desconhecidos, sentar-se debaixo de uma árvore quando você está cansado, comprar uma banana ou um pouco de pão e entrar no primeiro trem, ir para onde quiser, e olhar, desenhar também, e olhar. Afaste-se das coisas que você sabe,entre no mundo do desconhecido, deixe-se levar pelo seu gosto, de um lugar para outro, por onde você for vá clicando. De pouco a pouco vai encontrar coisas e ver imagens, as tomas como aparições.

Texto: A ansiedade que incapacita

Oi,

Não sei a fundo o que significa ansiedade, e também, não vou fazer deste post um dicionário informal, mas quero escrever aqui algumas palavras de quem tem ansiedade. Sabe aquela sensação de não conseguir parar dentro de si mesma, pois bem, eu tenho. O medo de perder tempo, ou até mesmo, de perder algo que nem é de meu interesse, ou muitas vezes nem diz respeito a mim.

ansiedade frase

O recado da frase diz tudo, não!? Por que temos esse dom, não sei se usei a palavra certa, de querermos esperar por tudo. Já parei há muito tempo disso, pois vivo o instante. Esperança tenho, temos que ter, mas saber usá-la. O que quero dizer é que tem coisas que não precisamos perder tempo guardando na nossa caixinha de esperanças, melhor, vamos a luta. Exemplos? Esperança de um mundo melhor? vamos atrás deste mundo, vamos fazer ele acontecer em primeiro lugar dentro de nós, e assim, seguir para fora de nós.

E é nessas esperanças tão danadas que, muitas vezes, a ansiedade se aloja. Atuando em nós em forma de medo e dúvida. Sem perceber ela estava lá em meu coração. A sensação que o coração bate mais forte e o tremor das mãos é bem comum. Às vezes perco um dia inteiro tentando entender, porém perco mais – isso é o que a ansiedade diz para mim.

Sentir ansiedade antes de uma entrevista ou algo diferente no seu dia a dia é normal. Essa situação serve como uma preparação – algo positivo para nós ansiosos. Contudo, se o transtorno vier com um preocupação excessiva ou expectativa apreensiva que pendure é bom procurar um médico. Não sinto que a minha seja algo assim, todavia deixo o alerta para quem sofre disso. Se caso for tão inquieto, fadigoso, irritado e ainda tiver dificuldade de se concentrar não pense duas vezes é vá cuidar de você.

Xô ansiedade!

Beijim!