Meus dramas na hora de ler

Sexta-feira, 01 de julho de 2016.

Talvez não seja apenas eu que tenha, mas abaixo, vou colocar algumas coisinhas que me incomodam na hora que vou ler – uma hora tão importante. Quem sabe daqui alguns anos mudem, pois somos condicionados pelo tempo, porém deixo aqui, em meu caderno de anotações virtual, os meus dilemas literários hehehe.

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O primeiro: Vc lê demais, menina! Vá conversar com os outros.

Oras! Eu faço jornalismo, e já converso muito. A hora da leitura para mim é um descanso mental. Então, se estou lendo neste momento é porque preciso. E jornalista precisa estar bem informado. 😉 #dica

O segundo: Ei… diz pra mim, qual seu livro favorito?

 

Oii? Não tenho. Ou melhor não consigo escolher um. É difícil, eu tenho um relacionamento muito sério com cada obra que leio.

O terceiro: Me empresta seu livro? Nossa! Por que não?

Meu amor, não é fácil comprar livros, mais ainda aqui no Brasil, então não dá. Tem gente que não devolve ou se devolve vem sujo. Uma vez quis tentar emprestar e meu livro voltou com feijão no final da página. Assim, fica impossível voltar a tentar emprestar. :/

O quarto: Este dilema é meu mesmo. Qual livro escolher. Quando vou em sebos, livrarias e até virtualmente, não consigo escolher. Levo um tempo até decidir. Nos sebos folheio e folheio. Leio tudinho que posso, para depois, comprar. hehe

O quinto: Quando alguém te diz: – Não gosto de ler!

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– Sério? Não é possível?! A leitura é algo tão prazeroso. E o crescimento que se adquire através dela é fantástico. Fora que é um momento tão seu. Onde descansamos, sonhamos, imaginamos… enfim, é nossa pausa do mundo.

O sexto: Não encontrar um lugar bem iluminado e quieto para ler.

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Nossa! Odeio esse dilema. Em casa saio à caça por um lugar quieto e com muitaaa luz. À noite um abajur com uma mega luz fica ao lado de minha cama. Falando na quietude para ler, tem momentos e livros, que até consigo ler com um pouco de barulho ou ruído. Agora, quando é livro do curso de jornalismo, onde devo estar muito atenta, pois é conteúdo de prova, aí é pior. Dedicação para entender cada parte é fundamental.

O sétimo: – Você lê dois livros ao mesmo tempo?

Eu consigo. Não confundo histórias nem nada do tipo. Mas assim, normalmente tento ler gêneros diferentes. Isso ajuda! Por exemplo, se estou lendo um romance longo gosto de variar com um livro de poesias ou quadrinhos. É muito legal!

Bem, esses são meus dilemas literários. Quem sabe aumente ou diminua… só o tempo nos dirá hahaha.

 

Como fui apresentada a García Márquez

Terça-feira, 26 de abril de 2016.

Sempre ouvia falar do Gabriel García Márquez, mas não sei o motivo nunca fui procurar sobre ele. Normalmente quando vejo muitas pessoas falando de determinado autor eu vou em busca de algum texto. Mas com o García Márquez não foi assim.

Bom como gosto de ler. Aprecio muito a literatura. Então, estava procurando na internet algo em espanhol para ler, pois eu estou testando o meu espanhol. E nada melhor como testar um idioma conversando, e por que não, lendo. Então, em uma tarde de frio e  chuva, ao mesmo tempo, sentei na frente de computador e procurei. Adivinhem! Qual foi o primeiro autor que apareceu no Google em espanhol? Sim, García Márquez. Bem, não pensei duas vezes e  fui ler sobre o autor, escritor e jornalista. Quando vi que ele também era jornalista fiquei muito curiosa. Faço jornalismo para quem não sabe.

Já vi algumas obras consagradas do escritor, porém, como é para começar a ler em espanhol, e também, conhecer o Gabo (apelido de Gabriel José García Márquez) escolhi algo mais curto, de primeira. Todavia, seus clássicos já entraram em minha lista de leituras. De toda sua obra quero começar pelas clássicas. Cem Anos de Solidão e O Amor em Tempos de Cólera. Além disso, quero uma biografia dele. Para aprofundar, e se possível, em espanhol (hehe).

Procurei e procurei e encontrei um conto curto do Gabo para testar meu espanhol e conhecê-lo. O conto é Ladrón de Sábado ou, em português, Ladrão de Sábado. Que conto maravilhoso. Sabe quando termina e você não percebe porque queria mais? Então, essa foi minha experiência com esse conto. E li ele em espanhol. Aprendi novas palavrinhas, muito valido.

Abaixo, vou colocar na íntegra o conto em espanhol. Espero que leiam e gostem. A língua espanhola é a minha preferida, depois de português, claro! 🙂

Hugo, un ladrón que sólo roba los fines de semana, entra en una casa un sábado por la noche. Ana, la dueña, una treintañera guapa e insomne empedernida, lo descubre in fraganti. Amenazada con la pistola, la mujer le entrega todas las joyas y cosas de valor, y le pide que no se acerque a Pauli, su niña de tres años. Sin embargo, la niña lo ve, y él la conquista con algunos trucos de magia. Hugo piensa: «¿Por qué irse tan pronto, si se está tan bien aquí?» Podría quedarse todo el fin de semana y gozar plenamente la situación, pues el marido -lo sabe porque los ha espiado- no regresa de su viaje de negocios hasta el domingo en la noche. El ladrón no lo piensa mucho: se pone los pantalones del señor de la casa y le pide a Ana que cocine para él, que saque el vino de la cava y que ponga algo de música para cenar, porque sin música no puede vivir.A Ana, preocupada por Pauli, mientras prepara la cena se le ocurre algo para sacar al tipo de su casa. Pero no puede hacer gran cosa porque Hugo cortó los cables del teléfono, la casa está muy alejada, es de noche y nadie va a llegar. Ana decide poner una pastilla para dormir en la copa de Hugo. Durante la cena, el ladrón, que entre semana es velador de un banco, descubre que Ana es la conductora de su programa favorito de radio, el programa de música popular que oye todas las noches, sin falta. Hugo es su gran admirador y. mientras escuchan al gran Benny cantando Cómo fue en un casete, hablan sobre música y músicos. Ana se arrepiente de dormirlo pues Hugo se comporta tranquilamente y no tiene intenciones de lastimarla ni violentarla, pero ya es tarde porque el somnífero ya está en la copa y el ladrón la bebe toda muy contento. Sin embargo, ha habido una equivocación, y quien ha tomado la copa con la pastilla es ella. Ana se queda dormida en un dos por tres.A la mañana siguiente Ana despierta completamente vestida y muy bien tapada con una cobija, en su recámara. En el jardín, Hugo y Pauli juegan, ya que han terminado de hacer el desayuno. Ana se sorprende de lo bien que se llevan. Además, le encanta cómo cocina ese ladrón que, a fin de cuentas, es bastante atractivo. Ana empieza a sentir una extraña felicidad.En esos momentos una amiga pasa para invitarla a comer. Hugo se pone nervioso pero Ana inventa que la niña está enferma y la despide de inmediato. Así los tres se quedan juntitos en casa a disfrutar del domingo. Hugo repara las ventanas y el teléfono que descompuso la noche anterior, mientras silba. Ana se entera de que él baila muy bien el danzón, baile que a ella le encanta pero que nunca puede practicar con nadie. Él le propone que bailen una pieza y se acoplan de tal manera que bailan hasta ya entrada la tarde. Pauli los observa, aplaude y, finalmente se queda dormida. Rendidos, terminan tirados en un sillón de la sala.Para entonces ya se les fue el santo al cielo, pues es hora de que el marido regrese. Aunque Ana se resiste, Hugo le devuelve casi todo lo que había robado, le da algunos consejos para que no se metan en su casa los ladrones, y se despide de las dos mujeres con no poca tristeza. Ana lo mira alejarse. Hugo está por desaparecer y ella lo llama a voces. Cuando regresa le dice, mirándole muy fijo a los ojos, que el próximo fin de semana su esposo va a volver a salir de viaje. El ladrón de sábado se va feliz, bailando por las calles del barrio, mientras anochece. 

 

 

 

As marcas pela vida

Sábado, 13 de fevereiro de 2016

Quais são as marcas que você tem deixado na vida das pessoas? Será que são marcas ou apenas cicatrizes?

Diariamente somos obrigados pela vida, pelo trabalho, faculdade e… a conviver e ouvir coisas que nem sempre queremos escutar ou partilhar, simplesmente porque não quero. Isso já deveria bastar, mas não é bem assim. Tem pessoas que acham que podem chegar em você e jogar seus lixos e desafetos e pronto.

Mas eu agradeço a Deus por saber lidar com isso. Aprendi com tempo e com muita reza. Hoje no Facebook, a page Meninas de Fé postaram um poema da grande Cecília Meireles que fala sobre isso. Veio a calhar direitinho com o que estava refletindo. Normalmente, quando passo por algum momento assim, busco a Deus em oração, para assim, refletir e conviver.

Veja o que Cecília – tão sabiamente diz: “Há pessoas que nos falam e nem as escutamos, há pessoas que nos ferem e nem cicatrizes deixam, mas há pessoas que simplesmente aparecem em nossas vidas e nos marcam para sempre”.

Esse marcar – eu digo aqui positivamente – busque ficar pertinho de pessoas que te façam encontrar a Deus. Sabe aquelas pessoas que nem falam em Deus mas te fazem bem? Pois bem, é que elas tem Ele no seu coração. Essas sim me marcam. Agora, não maltrate ou ignore quem te faz mal ou não te faz encontrar Deus, mas respeite e imponha limites na relação. Relação que pode ser no trabalho, faculdade, na vida – meus amigos.

Porque quem é Cristão e segue os passos desse Deus lindo, respeite e acolhe. Saiba ouvir todas as reclamações dessa pessoa. Com paz no coração entregue cada palavra para Deus. Nem sempre sabemos explicar ou dar uma resposta, então, deixe isso para quem tem o poder, Deus. ❤

Isso vale também para o relacionamento digital. Se você tem um colega que vive se libertando nas redes sociais não vá lá e cutuque a ferida. Se te incomoda coloque nas Mãos de Deus e aperto o botão para deixar de seguir – assim, pelo menos, você não recebe as atualizações do tal colega. 🙂

Eu não sei você que me lê, todavia o que quero deixar de marca nessa minha vida, no meu trabalho… são marcas de compreensão, respeito, compaixão, amor e bondade.

Para finalizar essa reflexão não deixe que ninguém te desonre! E do fundo do meu coração, espero e sei que um dia todos poderão sentir o amor e felicidade que encontrei em Jesus.

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Uma leitura dentro do ônibus

Terça-feira, 05 de janeiro de 2015

* Primeiro post de 2016 *

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Fotografia: Hadassah Sorvillo

Hoje acordei cedo – como de costume. Levantei e fiz coisas comuns quando se levanta: escovei os dentes, tomei banho, me arrumei e fui tomar café. Em seguida me despedi de minha família e tomei o ônibus com destino ao terminal da minha cidade.

Chegando no terminal já fui rápido para o outro ponto, o que leva até o meu trabalho. Uma hora eu levo de minha casa até o meu trabalho usando o transporte público de minha cidade. Junto comigo trazia um livro, no começo da viagem ele estava fechado, mas passados uns dez minutos o abri. Não sou acostumada a ler no ônibus, muito menos, ouvir música ou ficar no celular. Sou muito cuidadosa, não sei, penso que lendo ou prestando atenção em outra coisa seja perigoso. E é! Na verdade estar atenta ao interior e exterior do ônibus é medida de segurança.

Contudo, com 2016 aí já, quero ler mais, e muito mais, principalmente livros referente ao meu curso da faculdade.Então, hoje decidi abrir o livro durante a mini viagem. E foi surpreendente e motivador. Consegui ler muito mais dentro do ônibus do que sentada na cama. Consegui ler muitos capítulos. Minha forma de ler é essa, meio que estipulo metas de leitura. Por exemplo, até o final do dia de hoje tenho que ler dois capítulos. Fique contente com o resultado no ônibus.

Mesmo lendo ainda prestava atenção a minha volta. Percebi também que eu era a única com um livro na mão e aberto. E com essa visão já me veio vários devaneios, por exemplo, por que as pessoas não leiam mais? É só no Brasil que há poucos leitores? O celular substituiu o livro físico? Entre outras perguntas.

São perguntas que não podemos ter respostas específicos, por mais que o número de leitores fiquem menor, ainda assim, há os leitores eternos que podem ser ouvido nas pesquisas. E não é apenas no Brasil que há pouca leitura. Não é só aqui que acontece as coisas. Até nos países com maior influência da cultura da leitura deve haver pessoas que odeiam livros. Mas são poucos os que odeiam. Isso não podemos negar. Agora calma, o celular não vai substituir nem roubar o lugar de ninguém. Se bem trabalho ele é mais uma ferramenta para nos auxiliar. É isso que devemos ter em mente. Ele veio para somar.

Procurando sobre como anda a leitura no país não encontrei muita coisa. O que já começa por aí, não é. Como assim não ter notícias atualizadas? Achei uma de abril de 2015 falando da leitura em 2014. 😦

A matéria é da assessoria da Federação do Comércio do Rio de Janeiro onde mostra uma pesquisa sobre a redução da leitura.  Sete brasileiros de cade dez não leram nem um livro sequer em 2014.

Triste! Mais cultura e literatura. Com essa minha reflexão quero ler mais ainda e pensar em estudar mais profundamente o jornalismo literário – um jornalismo tão encantador, que comporta poesia e belas histórias.

  • Em breve quero divagar mais sobre o tema.

 

Um poema para o domingo

É normal ter saudade
De alguém dormindo?
Os olhos sorrindo
Mesmo fechados
O corpo sem tensões
As várias dimensões
Do desejo
Descansado….
O sono sagrado
Sempre atrapalhado
Pela pele mandona
Pelas vontades somadas
Abusadas!
Hoje eu iria
(Verdade)
Só assistir
À vontade
Um cochilo
Uma sesta
Fazer festa
Só de poder ver.
Hoje eu queria
Juntar uns trocados
Correr pra rodoviária
Ver seus segredos sonhados
Necessidade primária
De estar à mercê.
Eu bem devia
É sério
Pegar estrada
Dormir com você.

Por: Blog da Clara

#Compartilhando: Um texto para quinta, por favor!?

Oi,

Nossa como estou necessitada de boa leitura. Esta semana acabei lendo muitas coisas, mas que não foram tão agregadoras. Porém, hoje para a minha sorte entro na coluna do jornalista, escritor, poeta… Fabrício Carpinejar e encontro este belo texto, li, reli e quis compartilhar aqui no blog.

Como vocês sabem o Camporeja é o meu diário virtual e meu caderno de anotações, então tudo que eu vejo vem para cá. Espero que apreciem essa leitura!

“Analfabetos do Amor

Fabrício Carpinejar 16.04.2015 09h52m – O Globo

Arte de Cy Twombly

Você pode amar como nunca na vida.

Você pode fazer o que não precisava, só o que não precisa significa o quanto tudo é simbólico.

Você pode imaginar como agradar durante o dia inteiro, cronometrar os horários de sua pessoa predileta, para preparar um jantar ou dar uma carona ou buscar algo que inspire seu riso.

Você pode suportar crises de raiva, de angústia, de agressão, de ciúme, e depois oferecer o abraço confortável do esquecimento.

Você pode colocar suas canções prediletas e convidar a dançar com a voz.

Você pode procurar fatos engraçados, criar situações cômicas, disposto a arrancar a tristeza dos olhos à sua frente.

Você pode rezar em meio à descrença religiosa, pois alguém é mais importante do que você mesmo pela primeira vez.

Você pode explodir a cada separação como se fosse um inimigo e pedir perdão em nome da reconciliação como se fosse um mendigo.

Você pode esquecer seu trabalho para estar disponível mais cedo.

Você pode procurar se retratar antes mesmo de errar.

Você pode lembrar todas as datas especiais da relação e inventar ainda novas.

Você pode nunca se cansar de mandar mensagens e arranjos de frases confessando dependência e saudade.

Você pode frequentar lugares que não passaria por perto, só para se infiltrar na memória de sua companhia.

Você pode dizer que não se recorda mais daquilo que causou mágoa, disposto a não alimentar a culpa.

Você pode abrir a janela do carro e gritar de felicidade para o aceno das árvores.

Você pode escrever bilhetes com o desejo sigiloso que um dia a boca de sua letra seja beijada na boca, assim como toda mulher cheira as flores que recebe.

Você pode se tornar responsável, louco, sóbrio, discreto, escandaloso, irreverente, apaixonado, centrado, pode ser o que sonhou, pode se contorcer em pesadelo, pode se transformar no seu contrário, virar-se pelo avesso e oferecer o forro do silêncio.

Mas nada disso importa se a outra pessoa é analfabeta do seu amor.

Nenhuma demonstração de cuidado terá validade. Suas palavras não encontrarão o amparo da caligrafia. Seus gestos serão traços à toa na folha branca.

Nem todos sabem ler e escrever dentro do amor.

Não há sentido em amar se a outra pessoa não é capaz de guardar a verdade do quarto e a sinceridade da cozinha, se a outra pessoa jamais leu o que você é e não aprendeu a escrever – muito menos desenhar – o seu nome no coração dela”.

Beijim!

HQ: O Gralha voltou

Oi,

Essa é uma história curitibana, sim do meu estado querido, o Paraná. Alguém aí, mais precisamente da década de 90 ouviu falar do Gralha?

Se caso não, fiquem tranquilo. Vou escrever aqui no blog sobre essa HQ sensacional.

Tá, a história começa assim…

O Gralha é um rapaz que está prestes a entrar na faculdade, ou seja, um vestibulando que anda por sua cidade, a amada Curitiba. Quando a cidade corre algum risco eis que aparece ele, O Gralha, o vigilante das Araucárias. E o time de bandidos tentando tirar o ordem da terra da garoa é pesada,  tem o Araucária, Homem-Lambrequim e o Craniano. Mas nenhum deles conseguem deter o super Gralha.

Mais sobre a história…

A gralha é uma ave simbolo no Paraná e as  araucárias, árvores com maior destaque em Curitiba é a casa delas. Bom, com a onda dos quadrinhos, um fenômeno cultural que deu o ar da graça nos jornais no início do século XIX. A primeira história foi publicado pelo americano Richard Outcault, em 1895. E um grupo paranaense teve a ideia de se juntarem e criarem algo diferente, assim nascia O Gralha.

Quem deu início a essa HQ foi a extinta revista Metal Pesado, no ano de 1997. O motivo? uma comemoração aos 15 anos da Gibiteca. O Gralha é uma HQ coletiva – ou seja – vários escritores e artistas. O que deixou história super legal e rápida, pois leva tempo para escrever e desenhar uma HQ. Todavia, até hoje ninguém sabe de quem O Gralha é filho, já que são muitos, porém podemos citar os nomes de alguns talentosos que contribuíram para a cultura do HQ curitibano, ou melhor, paranaense. Vamos lá: Alessandro Dutra, José Aguiar, Antonio Eder, Luciano Tako X e… outros.

O Gralha nasceu da ideia de homenagear um outro herói que habitou Curitiba, nos anos 40. Feito por um desenhista chamado Francisco Iwerten. Assim, Gustavo Gomes seria neto do capitão e teria herdado suas “gemas do poder”.

O mais legal de tudo isso, e razão deste post é que O Gralha voltou! Yupi. Em 2014 ele voltou, um álbum com 11 histórias inéditas já está disponível. Gralha – Tão Banal Quanto Original, foi publicado pela editora Quadrinhópole.

Eu quero e vocês?

Vejam algumas fotografias do Gralha…

Os vilões:

Os heróis:

O primeiro é o Gralha <3.

Gostaram?

Eu adorei!

Imagens e fonte: O Gralha.

Beijim!

Compartilhando um texto

Oi,

Como anda a leitura de vocês? Quantos livros vocês leem por ano?

Eu adoro ler, não tem um dia em que eu não leia algo, pode ser uma notícia, um capítulo do livro que estou lendo, um informativo e até mesmo catálogos promocionais – leio tudo!

Bem, mas sabemos que não são todos que gostam dessa prática tão benéfica e saudável para nós. Eu acompanho o site Observatório da Imprensa, um portal jornalístico que nos traz sempre uma nova forma de ver e entender a notícia. E ontem eu li um artigo muito bom, Laé de Souza (autor) falava da prática da leitura no Brasil, além do tema (que me chamou a atenção) a forma como ele vê esperança na introdução da leitura nos brasileiros é fantástico – eu também penso como ele, acredito que sim, os brasileiros (que não leem) podem passar amar os livros, e o mais bacana é que não precisa ser o livro de papel, o palpável, mas pode ser nos famosos e-books, por que não, né!?

Assim queria deixar aqui no blog esse texto para vocês lerem e refletirem sobre o tema.

Laé de Souza em 20/01/2015 na edição 834

Aqueles que são leitores verdadeiros sabem exatamente a riqueza que podemos encontrar em incontáveis páginas de livros. Desde muito cedo, tornei-me leitor convicto. Daqueles que viajam pelo universo literário.

Por muitos anos, mantive meus livros como objeto de adoração, expostos numa glamorosa estante em minha biblioteca particular.

Confesso: tinha ciúmes da minha vasta coleção, vez ou outra empoeirada, protegida pelo meu ameaçador “não tire do lugar”. Livros conservados como tesouro intocável.

Num determinado momento, comecei a refletir sobre o motivo do desinteresse das pessoas pela leitura, em especial os jovens. Foi, então, que libertei meu tesouro literário da prisão de minha estante. Passei a emprestar meus livros a um, a outro, fiz marketing das obras que li e assim fui disseminando a cultura do prazer da leitura.

Hoje, alegra-me quando morre o proprietário de uma vasta biblioteca particular e a viúva detesta livros, pois eles serão distribuídos de qualquer jeito e sairão a circular com grande chance de cumprir o papel para o qual nasceram: serem lidos. Quantas vezes leremos um livro que está em nossa estante? Por que deixá-los ali empoeirados, tristonhos, lidos apenas uma vez? Temos um instinto de posse para tudo. Até para os livros.

Grande parceria

Sempre fui inconformado com o estigma de que o brasileiro não gosta de ler. Acho pura invencionice. Não se pode opinar sobre o gosto do que nunca se experimentou. Imaginava que era preciso criar facilidades e buscar estímulos para a primeira leitura. Longe, bem longe da obrigatoriedade e controles burocráticos para aquele que quer ler. Entristece-me quando, nas minhas visitas às escolas, vejo bibliotecas ou salas de leitura trancadas a sete chaves. Quantos leitores perdidos pelo excesso de zelo.

Assim, em 1998 nasceu o meu projeto Encontro com o Escritor. Sempre tive a certeza de que a leitura não é só na escola, é para todos os lugares. Assim, em 2004, nasceu o projeto Leitura no Parque, que visa abarcar outro tipo de público.

Ao longo desses anos de aplicação de projetos de leitura, tenho constatado que é grande equívoco o pensamento de que “o brasileiro não gosta de ler”. Falta, isso sim, criar facilidades e formas de incentivo.

Trabalho que tenho feito sempre nas minhas palestras, alertando professores para a grande responsabilidade que lhes cabe, principalmente nos dias de hoje, em que as mães ausentam-se para o trabalho e não têm o tempo tão necessário para ler histórias para os filhos e estimular a imaginação e o prazer da literatura.

Num tempo de alunos arredios, cercados pelo bombardeio de inovações visuais e lúdicas, é preciso escolher com carinho a obra que se coloca pela primeira vez nas mãos de um futuro leitor. Corre-se sempre o risco de criar ojeriza e afastá-lo definitivamente do mundo da leitura. Portanto, muito cuidado!!!

Vários alunos que se recusavam a ler e que leram a primeira crônica de um livro meu manifestaram que leram, para surpresa deles próprios, até o final e começaram a ler outras obras a partir dessa experiência.

A grande parceria com professores, instituições e a adesão de patrocinadores e incentivadores pessoa física me levam a acreditar que é possível realizar o sonho de fazer do Brasil um país de leitores.

***

Beijim!

Literatura… <3

Amo, essa é a primeira palavra que inicia o meu post. Vou falar aqui de um livro que li e que gostei muito da história, do enredo, da forma de escrita abordada pelo autor, que também gosto bastante. Além de ser um clássico da literatura Internacional, é claro! Confesso que quando vi ele pela primeira vez e o que eu li foi um que o meu avô tinha. Meu vô quando meu pai era pequeno e frequentava a escola comprou enciclopédias e livros de literatura. Bom, naquela época o Google não existia ainda, assim meu avô comprou várias coleções. Acredito que eram as indicadas pelos colégios da época. 

Confesso também que ainda não procurei ler esta história em outro livro. Porém ainda vou ler sim, já pesquisei e notei que tem várias capas e editoras. Ele é um livro do século XIX, ou seja, a leitura dependendo da editora e de que a reescreveu pode ser um pouco complicada. Esse que eu tenho aqui é antigo, é escrita pelo próprio autor. E não por aqueles que pegam e compilam a obra, como é comum hoje. Bem, vamos lá… o que eu achei da história? (para vc que ainda não leu) Gostei e é envolvente. Além das aventuras que a obra oferece por meio das linhas e palavras você conhece muitos lugares escritos pela percepção de Verne.

O livro: Ele é de aventura, foi lançado em 1873 na França, Paris (amo!). 

Seu autor: Julio Verne, grande escritor de aventuras e histórias de ficção científica.

Principal personagem: Phileas Fogg, que é um inglês rico da época. 

A história (resuminho): Ele com seus amigos em um jogo de carta em uma noite no Reform Club de Londres, faz uma aposta, é uma aposta. Que ele conseguiria dar a volta em todo o mundo em apenas 80 dias. 

(…) 

Claro que a história não começa assim, nela narra todo o começo, fala dele o personagem principal.  A sua vida em Londres misteriosa.

 

 

 

 

* O meu livro (quer dizer do meu avô, Mas peguei! hihi) é da coleção Os Maiores Clássicos de Todos os Tempos. Onde reuniu vários autores e suas principais obras. Eu tenho alguns livros dessa coleção. hehe… Mas queria todos! 🙂

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 * Gostei tanto que vou refaze-la. <33333333333333333333                      

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Mais volta ao mundo

A história além de livros também está em filme, e também, em histórias de quadrinhos, as famosas hq’s. É uma forma mais simplese reduzida da obra. É bacana também! Além das lindas lustrações e das belas imagens do cinema.

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Dados:

I.S.B.N.: 9788532261632

Cód. Barras9788532261632

Reduzido: 2008032

Altura: 21 cm.

Largura: 14 cm.

Profundidade: 1 cm.

* Este modelo aqui é da editora Saraiva. 😉

 

Quer ler ou reler também?

Tem esse aqui que você pode baixar e fazer uma leitura bem legal! 🙂

                 http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=3527

Ou neste aqui:

 

                                                           http://www.ebooksbrasil.org/eLibris/voltamundo.html

 

Bom ,eu amei, como amo literatura não foi nada difícil entender a obra. Espero que também amem. É uma dica gente!

 

Beijim e boa segundona!!!

*-*