Sem ética o mundo não anda

Terça-feira, 26 de julho de 2016.

No post de hoje quero falar de uma entrevista que li do Dalai Lama. Confesso que não tinha lido nada sobre ele, e que, depois dessa entrevista vou acompanhar mais as sábias palavras deste homem. A entrevista que li em forma de livro foi concedida para o jornalista alemão Franz Alt, em 2015. E se chama  O Apelo de Dalai Lama ao Mundo: A Ética é mais importante que a Religião.

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Foto da capa do ebook

O livro me chamou a atenção por ter a ver com jornalismo – por causa da entrevista, e confesso que o tema ética e religião chamou minha atenção para baixar ele e lê-lo no Kindle. A entrevista foi transformada em livro, como cita Dalai Lama, para chegar em mais pessoas. O livro com o conteúdo tem 37 páginas, para um livro o número de páginas é pequeno, mas levando em consideração que é uma entrevista transcrita ali, é grande. Uma entrevista com 37 páginas tem muito que falar – convenhamos. Uma verdadeira aula de ética.

No prefácio, o jornalista Franz Alt conta que já encontrou e conversou com Dalai Lama mais de 30 vezes e que já o entrevistou mais de 15 vezes. Ou seja ele conhece muito bem o seu entrevistado.

Uma das partes da entrevista que mais me chamou atenção foi quando Dalai Lama disse isso: “A ética é mais importante que a religião. Quando nascemos não pertencemos a uma religião específica. Mas a ética é inata em nós”. Ou seja, a cultura nossa nos empoe uma religião, seja qual for, agora a ética nasce em nós. Nosso caráter é formado a partir dos valores que carregamos. Um apaixonado pelos valores internos, Dalai Lama salienta na conversa a importância dos valores internos, o que ele considera parte fundamental da ética de nós seres humanos. Ética com plena consciência de nossos atos e como eles podem transformar o mundo em nossa volta.

“Evitar o sofrimento humano”, “todos devemos ser felizes” são alguns dos pontos em destaque no livro. Todavia, como evitar esse sofrimento? Segundo o próprio Dalai Lama é exercer a bondade e a compaixão – dois valores chaves da ética secular, que Dalai diz ser a nova forma de transformar este século em uma época de paz.

Todos somos iguais. Sim, somos. Todos buscamos a mesma coisa no final. A felicidade. Por isso, na entrevista Dalai expõe que devemos nos unir em busca deste bem. Que como habitamos o mesmo planeta, ou seja, a mesma casa devemos nos tratar como irmão e não como nada, ou pior, inimigos. Ele até trata essa busca como uma evolução que nós precisamos urgentemente para salvar nossa raça e nosso planeta.

E a religião que está tão inserida em nossa vida está prejudicando algumas pessoas. Dalai Lama em nenhum momento crítica religiões, pelo contrário, as respeita muito. Mas ele diz que algumas pessoas em nome da religião estão justificando crimes e atrocidades. Que é o que vemos na Síria, Israel, Iraque… enfim, as guerras civis que estamos presenciando neste século. Este horror que está destruindo tantas vidas e que não podemos achar normal ou esquecer depois que lemos o fato. Ele alerta para a importância da consciência para se viver uma boa e saudável religião. Pois os fanatismo religiosos misturados com o nacionalismo exacerbado gera o que estamos vendo nos noticiários – apenas dor, e pior, em muitas crianças.

Me pergunto onde está a bondade, o carinho e a sensibilidade de pessoas assim? Por isso, o cuidado que devemos ter conosco é essencial. E isso Dalai também relata na entrevista. Devemos nos cuidar, principalmente, de nossa mente. Para vivermos bem, e consequentemente, fazermos o bem ao próximo. Porque precisamos um dos outros para sobrevivermos. Eu preciso de você e você de mim. A vida é um circulo. Ela vai e volta. Começarmos agir com compaixão, bondade e respeito pelas pessoas que estão em nosso alcance, claro já é cuidar do planeta, pois eu acredito que sentimentos e atitudes boas vão se espalhando.

Temos que ter como base a vida social humana bem desenvolvida. Enraizar isso em nossa cultura. Mas como começar? Dalai Lama cita a educação, claro a famosa educação. Sem ela não somos nada. Educação é tão vital quanto a água. Temos que ensinar e espalhar, e mais ainda agora, com a internet que “a humanidade é uma só família”.

Ter paciência para perceber que cada um tem uma história e que deve ser respeitada. Ouvir mais, pensar e pensar antes de falar e agir na raiva é uma mudança primordial. E um bem, pode apostar para cada um que exercer isso. Raiva e ódio matam aos poucos. Pra que nutrir venenos desses em nós? Dalai Lama tem um discurso muito bonito em relação aos sentimentos humanos. Ele que diz que não devemos nutrir o lado negativo das diferenças em nós, mas sim, o lado positivo. Pois como fala na entrevista nascemos e vamos morrer da mesma forma. Todos teremos um mesmo final. Então por que tratar com diferença quem é de outro país, outra raça e assim por diante?

Por fim, um mundo sem distinções e uma tarefa para cada um de nós – exercitar a paz interior, o diálogo antes da ofensa, a eliminação do preconceito. Pois, vai me dizer que você não quer ser feliz com quem ama? Eu quero. Então vamos nos respeitar.

Abaixo vou deixar o link para quem quiser baixar o livro. Se caso não tiver Kindle, dá para baixar o aplicativo do Kindle para celular. E ler a vontade, pois o livro é de graça.

Ebook aqui!

Aplicativo aqui!

#paz

 

Frida em livro

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Que trabalho mais fofo gente!!

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Dois amigos uniram o que sabem fazer e deu nisso. Um trabalho fantástico sobre a vida de Frida Kahlo, que há 108 anos encantava e trazia leveza por meio de suas pinturas. E olha, não foi apenas na arte que ela contribui, mas também na cultura daquela época e da nossa.

Os amigos que inicio são Yuyi Morales – ilustrador e escritor – e a fotógrafa Tim O’Meara. Ambos criaram o Viva Frida, um livro da presença artística da pintora. O lado marcante e criativo de Frida se une com a ideia dos autores. As cores, os traços e a liberdade dos personagens pintados por Frida são exalados em cada página.

Algumas imagens já estão disponíveis na web (do livro), e são inspiradoras, como as obras de Frida.

Viva-Frida_I-live-spread-640x322.jpgImagens: divulgação.

Criatividade e companheirismo em forma de livro e fotografia

Oii…

E mais um post com fotografia, de verdade pessoal, isso é espontâneo. Meu amor pelo arte de registrar fatos é tão grande que as vezes não percebo como o meu dia a dia é ligado a isso. Mas tudo bem, vamos escrever!! Eu quero muito poder comprar esse livro que vou indicar para vocês, o Artists and Their Cats, uma compilação de 50 fotografias de artistas, até aí tudo normal, não é? Hum… sim! Porém o diferencial deste livro é que são os artista com seus felinos, seus bichinhos de estimação.

EU procurei na web para ver o preço do livro e ele não está saindo por menos de U$ 16,95 (mais ou menos R$ 50, dependendo do câmbio). Acho o preço justo, pois é de fotografia minha gente. E ele é muito lindo <3. Ah… no site Colossal Shop tem, descobri esse site através do Hypeness.

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Pablo Picasso – foto: Carlos Nadal.

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John Cage – foto: John Cage Trust.

Gostaram do livro?

Beijim!

#Fotografia: “Centro”

Biólogo por formação, Felipe Russo, de 35 anos e paulistano também se apaixonou pela fotografia.  E foi com ela que produziu o livro “Centro”, um livro de fotografia sensacional para você que curte fotografia. Um charmoso livro que mostra a bela São Paulo por outro ângulo, caminhando a pé, Russo traz uma outra visão da aniversariante. O livro coube certinho  com a data de aniversário de São Paulo. Além disso, não foi só São Paulo e nós (amantes da fotografia) que ganhamos esse presente, Russo ganhou um presentão também, o seu livro foi escolhido pela revista Time como um dos melhores fotolivros de 2014.

Fotografias amplas que mostram os detalhes de uma São Paulo que ainda dorme. Felipe fez uma descrição sobre seu trabalho que achei encantadora, acompanhe:

É muito diferente percorrer esses espaços a pé. Tem uma coisa no centro que é o cheio, a temperatura, tem coisas que você só percebe caminhando.

O seu livro foi publicado, editado e impresso por ele mesmo e ficou lindo! Felipe comentou a revista Zum o tema do seu livro e a sua criação. Acompanhe o texto da revista Zum (ótima revista, por sinal, de fotografia brasileira) ❤

“O trabalho Centro tem duas linhas principais de construção. A primeira é a busca pela criação de outra possibilidade de vivência de um grande centro urbano, marcada pelo silêncio, pelo vazio e pela possibilidade de criar significado a partir do detalhe, do mundano e de pequenos gestos transformativos de intervenção sobre a superfície da cidade. Aproximo duas escalas distintas de observação, desconstruindo hierarquias de importância desse espaço construído. Como monumentos que celebram o efêmero e apontam a existência de uma energia latente de transformação, os objetos e espaços fotografados aludem a questões históricas e sociais ora muito particulares a São Paulo, ora típicas de qualquer grande centro urbano. As imagens são revestidas também de sentidos muito pessoais e de um afeto que se constrói a partir da minha vivência da cidade e de longas caminhadas. A segunda linha construtiva do ensaio se dá a partir de uma pesquisa do espaço e de sua representação no plano bidimensional da superfície de uma fotografia. Utilizando as possibilidades transformativas do aparato fotográfico, especialmente das câmeras de grande formato, posso aproximar visualmente objetos e espaços distintos, acentuar repetições e padrões construtivos e alterar a maneira como o observador se depara com a superfície do centro de São Paulo”.

Agora vejam as fotografias de Russo…

Centro, Felipe Russo, 2014

Centro, Felipe Russo, 2014

Centro, Felipe Russo, 2014Centro, Felipe Russo, 2014http://www.feliperusso.com/files/gimgs/th-21_capa_site_t.jpg

O livro (foto acima).

Lindo!! O livro está sendo vendido por R$ 70,00 na página do fotógrafo, segue link… fotolivro

Beijim!

Minha leitura

Calor e no final da tarde chuva… Para refrescar um pouco!

Bom, nada melhor como uma leitura, ainda me resta alguns dias de férias, sim a faculdade já já volta. E eu sei que não terei muito tempo de sobra para as minhas leituras rotineiras. Faculdade daqui alguns dias no ar e terei que ler os livros especifico do meu curso (algo que também amo<3). Então vamos a leitura, este mês de janeiro estou me dedicando a um livro muito interessante que comprei no final do ano de 2013. Em minha cidade todo ano, pelo menos uma vez, acontece a feira do livro, que movimenta a cidade, a população e os amantes pela leitura. 

Eu fui junto com a minha irmã e encontramos livros super sensacionais e por um preço fantástico. Um dos livros que comprei foi o Palavra Perdida, que pela capa já me conquistou. Lendo a sua introdução e fiquei instigada e curiosa com a história. O livro fala sobre a Turquia e as guerras que envolveram os turcos e curdos. É um romance que mistura a realidade do contexto na época com ficção. Ele foi titulado de literatura turca e sinceramente o livro é muito bom. Ainda não terminei ele, mas em cada leitura do dia fico mais contente por ter investido o dinheiro que investi. Pesquisando mais sobre o livro eu vi que ele custa em torno de R$30,00. Todavia na feira eu paguei, acreditem… R$10,00. Foi super garimpado…Hehee 😀

A autora é Oya Baydar e eu super recomendo a leitura pessoal.

 

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Notas: De 1 até 10.

Capa: 10

Impressão:10

Diagramação: 10

História:10

Amei amei a Palavra Perdida, será que ele encontrará???

🙂

 

Mais um livro…

Mais um livro que entrou na minha lista de 2014. Ele é uma fofura, tem vários animais que amo. Quem teve a grande ideia foi a jornalista Lisa Rogak, no livro ela conta histórias de animais que adotaram outros bichinhos. É lindo e comovente. Viu sem preconceito é tudo melhor! 

 

                                                                

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