Segunda chance para o amor – filme

Sexta-feira, 22 de abril de 2016.

Adoro filmes que abordam a arte da tentativa, reconquista, segunda chance. Pois a vida funciona assim, não é mesmo?! Quem já não teve que dar uma chance? E não digo isso apenas para o campo romântico. Mas sim, nas outras esferas que englobam nossas vidas. Amizade, trabalho, família e a nós mesmos.

É tentar viver bem a partir de um erro e/ou decepção. Todos os dias temos uma segunda chance, gosto de pensar assim. Quando amanhece, quando nos chega o novo dia é uma nova oportunidade de fazer diferente. De melhorar a nossa pessoa, nossas atividades e também nossos dons.

No filme, dirigido e estrelado, por Edward Burns nós vemos isso. Com o título Purple Violets –  Segunda Chance para o Amor (Brasil), o filme conta a importância e a necessidade de nos perdoarmos e dar mais uma chance para acertar. No enredo nós temos dois casais que por erros passados estão separados, e vivendo assim, vidas infelizes. Todavia, temos carreiras que também não deram certas ou quase. Uma escritora que abandona seu amor pela literatura por tudo de errado que ela deixou acontecer. Também tem um escritor que não tem coragem de expor seus sentimentos. E fica apenas escrevendo o que outros querem. E assim, consequentemente, não se realiza.

Um advogado, ex-dependente alcoólico, que se deu uma nova chance. Vencendo a dependência da bebida. Toda essa reviravolta faz acordar nele a vontade de rever e tentar novamente um amor do passado. Um amor que não terminou de uma forma legal. Sentimento que viveu com a professora  Kate. Ela também não o perdoou e durante o filme podemos ver o ressentimento e a dor de uma suposta traição. Basicamente, é isso. Nós vamos ver  como o amor e o diálogo podem ajudar na reparação das vidas.

Eu, particularmente, gostei do filme. Dou cinco estrelinhas para ele. Tem bom roteiro, fala de algo essencial, bons atores. Fotografia linda. Pode parecer mais um filme simples de romance com um pouco de drama. Contudo, é uma boa obra para a reflexão humana. A trilha sonora  achei fraca, bonita, mas poderia ser bem mais explorada. Não vou comentar mais, pois seria spoiler. Vale assistir!

Imagem: Divulgação.

Quantas vezes já mentimos?

Pergunta difícil, não?

Mentir é pecado e ponto. Levo isso comigo. Aprendi desde pequena com minha mãe que isso é algo feio e prejudicial tanto para mim como para você que me lê. Mentir é diferente de omitir. Algumas vezes, por exemplo, não queremos dizer para a nossa avó que não vamos poder passar em sua casa tomar um chá, porém a velha resposta: depois passo, sim! É latente. Vai dizer que nunca disse isso? Quem sabe você tenha dito a um amigo, filho, namorado, por fim, dizemos.

Eu considero isso uma omissão, e não uma mentira, pois não queremos nem dizer não nem sim. Sabemos que temos outras funções para cumprir, mas dizer um não  para quem gostamos, às vezes, torna-se difícil. Eu pelo menos acho.

Pronto, mostrei a diferença brevemente entre mentir e omitir. Contudo, e quando somos influenciados a mentir  por alguns? Por erros deles próprios. Já aconteceu com você? Comigo algumas vezes. Como disse, fui criada para não mentir. Então quando me perguntam algo normalmente falo minha opinião verdadeiramente. Tem momentos que até franca demais me torno. O que, já notei, causa incomodo em alguns. Ora, perguntou aguente! Uma vez na minha sala da faculdade meus colegas não fizeram o trabalho no prazo que a professora solicitou, então alguns, tiveram a ideia de mentir que a professora tinha dito aquela data. Ou seja, vamos falar que não era para hoje. E de todos aqueles vinte e tantos alunos eu fui a única a fazer o tal trabalho. Passei alguns dias fazendo, lendo e revisando. Gastei com a impressão e tal. Quando ouvi me revoltei. Levantei e disse: Mas eu fiz! O que quis dizer com isso? Que eu falaria a verdade. Com isso, brotaram em minha mesa todos os meus colegas pedindo para eu não entregar o trabalho. Me disseram: Mente que não fez! Minta, minta, seja parça.

Estavam me induzindo a mentir. Vi que alguns não tinham feito por simples preguiça e descaso. Pois com o tempo de faculdade você acaba conhecendo um pouco dos colegas. Já outros estavam cansados e deixaram de lado o trabalho. Porém, eu pensei em mim. No que aprendi sobre não mentir com minha mãe e minha religião, e também, com o meu empenho de fazer o trabalho no prazo. Também estudo igual eles e trabalho. No momento posso estar sem estágio, mas ajudo em casa. E mesmo assim, fiz o trabalho.

Final da história? entreguei o trabalho no dia certo. A única. Me olharam de torto alguns, mas minha mente estava em paz. E aí de quem falasse um a, pois iria ouvir.

Sem mentiras, por favor.

Tudo dá certo com Deus

Terça-feira, 09 de fevereiro de 2016

Quero compartilhar uma bela mensagem do Pe. Vagner Baia.

 

“Tudo vai dar certo…

Os bons dias lhe dão felicidade.

Os dias difíceis lhe dão experiência. Ambos são essenciais para vida.

A felicidade te faz doce, os problemas te mantém forte, a dor te mantém humano, as quedas te mantém humilde, o êxito te mantém brilhante.

Mas só Deus te mantém de pé.

Só porque você está sofrendo não quer dizer que Deus te esqueceu, que vai dar tudo errado, que ninguém te ama e que está só.

Aquele que criou o mundo está ao seu lado e nunca te deixou.
Creia somente. Confie, persevere, siga em frente, não desista…
Entenda que enquanto Deus está em silêncio, Ele também esta trabalhando, para que na hora certa te dê o necessário”.

Imagens: Tumblr

Compartilhar

Oiii, como é bom ter conhecimento, ver as curiosidades e novidades por ai. Gosto de achar esses tipos de coisas na internet. Bom, achei um vídeo muito emocionante no Youtube e quero compartilhar com vocês. A história só pela começo já me tocou. Então vamos lá… Este vídeo mostra como é o relacionamento de pai e filho, mostra o laço que os une e todo o amor construído por ambos. Se passa em um farol, e também, o amor que o pai e o filho tem em comum, o mar, navegar. Só para se ter uma ideia o criador desta animação é de Taiwan, mas radicado nos EUA. Ele ganhou 27 prêmios pelo belo trabalho realizado. Parabéns para o diretor Po Chou Chi.

Ai… não tem como não se emocionar, o carinho ali presente e as ilustrações… ❤ ❤

Vamos ver?

 

Lindo e reflexivo!

Beijim!!!